Além de mixagens e gravações
Foto: ranny/Flickr

A tecnologia musical abre um novo milênio que está unificando os diversos significados da expressão “computer music”. A expressão artística eletrônica, contagiou quase todos os gêneros de música popular. Após absorver seqüenciadores de teclados MIDI, gravadores de áudio, processadores e a própria mesa de mixagem, chegou a vez de engolir o que restava do lado “de fora”- os outros “computadores”.
As tecnologias digitais, em particular, ao colocar em xeque o poder "fechado" das indústrias fonográficas e da informação; retoma o conceito "faça você mesmo" em um novo caráter e propõe que o autor controle todo o processo de produção: da arte ao marketing. O conceito designa uma nova era, em que a música como arte seja tomada como ferramenta a ser "pensada" para propor resultados ímpares e qualificar o seu desenvolvimento como resultado da criação e não da automação das máquinas. Desta forma ao pensarmos na tecnologia musical, podemos concluir que esta relação é milenar e eterna, pois a Música também é resultado de artífices e técnicas ocultas.



